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Mostrando postagens de Agosto, 2013

IGREJA-GINCANA: Não quero jamais pertencer a essa igreja!

IGREJA-GINCANA: Não quero jamais pertencer a essa igreja!

MANOEL dC


Ocorre à minha mente, que a sociedade é como uma grande gincana onde seus membros competem até à axaustão, culminando em alguns poucos “gatos pingados” que serão reconhecidos e premiados no final, para logo serem esquecidos e abandonados.
Desde muito cedo entramos no mundo competitivo, em um clima de concorrência além dos limites que conseguimos suportar. Isso acontece no jardim de infância, no colégio, na faculdade, na especialização, nos esportes, nos relacionamentos, na música e em todos os espaços da vida.
O mundo em que vivemos produz uma cultura opressiva, que extrai de nós multifacetados sentimentos ruins, o medo inconsciente de perder, e a ansiedade de não correspondermos às suas pressões e exigências inatingíveis de estética, fama, capacidade, competência e habilidade.
Delineia-se nitidamnte em nós o medo de não sermos reconhecidos, de não nos sentir plenamente adequados aos padrões impostos. Recrudesce impetu…

A Reforma Protestante deve continuar

A Reforma Protestante deve continuarEnviar por e-mail Ouvi, alhures, um famoso ex-presbiteriano e ex-defensor da Bíblia Sagrada — o qual tem desabsolutizado e negado inúmeras verdades das Escrituras — dizendo que, se Francisco fosse o papa, no século XVI, não haveria necessidade de os reformadores terem iniciado a Reforma Protestante. Bem, vamos voltar um pouco no tempo para ver se isso é verdade.

Wittenberg, Alemanha, 31 de outubro de 1517. Martinho Lutero publica suas 95 teses, dando início à Reforma Protestante. Ao difundi-las, ele pretende, sobretudo, o esclarecimento teológico de uma questão que o envolve como confessor de seus paroquianos: as indulgências, utilizadas pela cúria romana para satisfazer suas necessidades financeiras. Mas as críticas de Lutero não se restringem às indulgências. Ele se opõe à própria existência do papado — posto que este reivindica a infalibilidade — e à maneira como o papa usa…

A IGREJA AO GOSTO DO FREGUÊS!

A IGREJA AO GOSTO DO FREGUÊSPor T.A.McMahon O movimento chamado “igreja ao gosto do freguês” está invadindo muitas denominações evangélicas, propondo evangelizar através da aplicação das últimas técnicas de marketing. Tipicamente, ele começa pesquisando os não-crentes (que um dos seus líderes chama de “desigrejados” ou “João e Maria desigrejados”). A pesquisa questiona os que não freqüentam quaisquer igrejas sobre o tipo de atração que os motivaria a assistir às reuniões. Os resultados do questionário mostram as mudanças que poderiam ser feitas nos cultos e em outros programas para atrair os “desigrejados”, mantê-los na igreja e ganhá-los para Cristo. Os que desenvolvem esse método garantem o crescimento das igrejas que seguirem cuidadosamente suas diretrizes aprovadas. Praticamente falando, dá certo! Duas igrejas são consideradas modelos desse movimento: Willow Creek Community Church (perto de Chicago), pastoreada por Bill Hybels, e Saddleback Valley Church (ao sul de Los Angeles) p…

Prisões que não Possuem Grades!

Prisões que não Possuem Grades



Carlos Moreira

“Memórias do Cárcere” é uma obra póstuma de Graciliano Ramos publicada em 1953. Preso na época do “Estado Novo” sob a falsa acusação de ligação com o Partido Comunista, o escritor foi deportado para o Rio de Janeiro, onde permaneceu encarcerado por cerca de dois anos. 

No livro, Graciliano se ocupou em tornar público, “depois de muita hesitação”, acontecimentos da vida na prisão. Escrito dez anos após sua libertação, trás em si uma narrativa amarga, não obstante verdadeira. “Quem dormiu no chão deve lembra-se disto... Escreverá talvez asperezas, mas é delas que a vida é feita: inútil negá-las, contorná-las, envolvê-las em gaze” 
Já li comentários de que pessoas que foram presas, sobretudo injustamente, jamais voltam a ser as mesmas. O cerceamento da liberdade trás impactos tão violentos a psique que o indivíduo não consegue mais se reencontrar com sua essência, impõe-se a um auto-exílio rumo aos porões do ser, acaba soterrado sob densas camada…

O Pecado para a Morte e a Blasfêmia contra o Espírito Santo!

O Pecado para a Morte e a Blasfêmia contra o Espírito Santo .
Por Rev. Augustus Nicodemus Lopes


Não são poucos os pregadores de linha pentecostal que ameaçam os críticos das atuais "manifestações espirituais" de cometerem o pecado sem perdão, a blasfêmia contra o Espírito Santo. Mas, será? O pecado para a morte é mencionado por João em sua primeira carta: 
"Há pecado para morte, e por esse não digo que rogue (5.16c)".
A morte a que João se refere é a morte espiritual eterna, a condenação final e irrevogável determinada por Deus, tendo como castigo o sofrimento eterno no inferno. Todos os demais pecados podem ser perdoados, mas o “pecado para morte” acarreta de forma inexorável a condenação eterna de quem o comete, a ponto do apóstolo dizer: "e por esse não digo que rogue". E o apóstolo continua:
"Toda injustiça é pecado, e há pecado não para a morte (5.17; cf. 3.4)".
João não está sugerindo que a distinção entre pecado mortal e pecado não mortal impliq…

O Monte no Imaginário Pentecostal!

O monte no imaginário pentecostal
Alan Brizotti

Eu já orei no monte. "Orar" não é bem o que fazíamos. Saíamos tarde da noite e, ao chegarmos no "monte" (nem era uma montanha, mas sim um local no meio do mato mesmo), depois de minutos de uma oraçãozinha, pandeiros fervilhando, embalados a "corinhos de fogo", tome reteté...
No monte acontecia (e ainda acontece) de tudo. Lembro-me de um irmão (no monte, a gente chamava de "vaso") que começou a correr velozmente de um lado para o outro (e no escuro!) De repente, deu de cara numa árvore! Após um instante de apreensão geral, alguém foi até ele (tentando disfarçar o constrangimento, afinal, o "Espírito" errou a direção) e perguntou: "e aí, vaso, o que você viu?" E ele respondeu: "Estrela!" Essa eu vi.
No imaginário pentecostal o monte ocupa lugar especial. Ele está para o pentecostal como as imagens para o católico (salvas as devidas proporções). Assim como os católicos em rel…

A Reação Arminiana

A reação arminiana Por Gutierres Fernandes Siqueira
A última década foi marcada pelo avanço do calvinismo no Brasil. Tal fato se deu, principalmente, pelos blogs e editoras temáticas. O pioneiro blogO Temporas O Mores, por exemplo, ajudou a popularizar a cosmovisão calvinista. De tão popular, os posts foram publicados duas vezes em formato de livro pela editora Mundo Cristão. Editoras como Cultura Cristã e Fiel cresceram em influência e a própria CPAD, órgão confessional das Assembleias de Deus, passou a publicar nomes como Piper, Carson, MacArthur, Driscoll, Keller, Packer, Pearcey etc.
Enquanto isso, nos Estados Unidos, ganhava força o chamado neocalvinismo. Era o  velho calvinismo com linguagem acessível, sem cessacionismo, sem fundamentalismo, envolvido criticamente na cultura pós-moderna e sempre atento às plataformas tecnológicas. O neocalvinismo vem sendo uma rica experiência entre a rígida tradição e a flexível linguagem pós-moderna. Apesar da popularidade dos autores neocalvini…

O INIMIGO TRIPLO!

O INIMIGO TRIPLOPor João Bosco Possuímos um inimigo triplo são 3 que se levantam contra à verdadeira vida de vitória que Cristo nós proporcionou na Cruz do Calvário. Que são: o MUNDO, a CARNE e o DIABO (João 2:17, Romanos 8:3 e 1 Pedro 5:8) e que fecham no terrível pecado. O MUNDO – Que quer dizer o mundo neste sentido? Quer dizer o presente século mau (Gálatas 1:4), o grande sistema do mal ao redor de nós. É animado pelo príncipe deste mundo (João 14:30), e caracterizado por uma decisão trágica a respeito do Varão do Calvário: «Não queremos que este reine sobre nós.» (Lucas 19:14). É o sistema mundial de rebelião contra Deus. Ora, é, porventura, possível para o crente viver uma vida cristã verdadeiramente separada do mal no meio de tal antagonismo? Por exemplo, é tal a vitória de Cristo que o crente perca todo o desejo para com os prazeres e ocupações do mundo, com todas as suas atrações e seduções fascinantes de hoje? É possível que o crente de hoje possa regozijar-se com o apóstolo…